Os testes realizados pelos Laboratórios Duclin para Caxumba (Parotidite Infecciosa) pesquisam a presença de anticorpos no sangue para determinar se você tem uma infecção atual ou se já possui imunidade contra a doença.
A principal diferença entre os dois reside no “tempo” da resposta imunológica:
1. Caxumba IgM (Imunoglobulina M)
O IgM é o anticorpo da fase aguda. Ele é o primeiro a ser produzido pelo corpo quando entra em contato com o vírus.
- Para que serve: Detectar uma infecção recente ou ativa.
- O que significa um resultado positivo: Sugere que a pessoa está com caxumba no momento ou foi infectada muito recentemente. Os níveis de IgM geralmente sobem nos primeiros dias após o surgimento dos sintomas e desaparecem após algumas semanas.
2. Caxumba IgG (Imunoglobulina G)
O IgG é o anticorpo da memória imunológica. Ele demora mais para aparecer, mas permanece no organismo pelo resto da vida.
- Para que serve: Verificar se a pessoa já teve a doença no passado ou se está protegida pela vacina (Tríplice Viral).
- O que significa um resultado positivo: Indica que a pessoa está imune. Isso pode ser resultado de uma infecção antiga ou da vacinação prévia.
Resumo de Interpretação
| Resultado IgM | Resultado IgG | Interpretação Provável |
| Positivo | Negativo | Infecção aguda (recente). |
| Positivo | Positivo | Infecção em fase intermediária ou resposta à vacina recente. |
| Negativo | Positivo | Imunidade (por doença prévia ou vacinação). |
| Negativo | Negativo | Ausência de imunidade (pessoa suscetível ao vírus). |
Você sabia que a caxumba ainda circula e continua registrando casos e surtos no Brasil, inclusive em 2026.
Embora a vacinação (Tríplice Viral) tenha reduzido drasticamente a incidência da doença nas últimas décadas, ela não foi erradicada. Aqui está o cenário atual:
O que está acontecendo agora (2026)
- Aumento de casos no Sudeste: Recentemente, em maio de 2026, estados como o Rio de Janeiro emitiram alertas sobre o aumento de casos, especialmente entre crianças de 5 a 9 anos.
- Surtos em São Paulo: A capital paulista monitora surtos constantes, muitas vezes em ambientes de alta convivência, como escolas, faculdades ou empresas.
- Risco em adultos: Pessoas que não completaram o esquema vacinal na infância ou cuja imunidade caiu com o tempo podem contrair a doença. Atualmente, o Ministério da Saúde reforça a necessidade de atualização da caderneta para adultos de até 59 anos.
Por que ainda há casos?
- Cobertura Vacinal: Nos últimos anos, houve uma queda nas taxas de vacinação em diversas regiões, o que cria “bolsões” de pessoas suscetíveis.
- Perda de Imunidade: Com o passar das décadas, a proteção da vacina pode diminuir em alguns indivíduos, permitindo que o vírus circule em ambientes fechados.
- Ambientes Confinados: A caxumba é altamente contagiosa (transmissão por saliva e gotículas), o que facilita surtos rápidos em locais como escritórios e salas de aula.
Prevenção
A única forma eficaz de evitar a doença é a vacina Tríplice Viral (SCR), que protege contra Sarampo, Caxumba e Rubéola. Se você tem dúvidas sobre sua proteção (especialmente se os exames de IgG derem negativos ou baixos), vale a pena consultar um posto de saúde para verificar a necessidade de uma dose de reforço.
Consulte seu médico, e precisando realizar os exames, conte com a equipe dos Laboratórios Duclin


